
Património + Turismo
O empreendedorismo e a inovação constituem pilares fundamentais para o desenvolvimento sustentável do setor do turismo, traduzindo-se, por isso, em eixos de atuação estratégicos por parte do Turismo de Portugal.
O Programa "+ Património + Turismo" trata-se de uma Call lançada pela Portugal Ventures, apoiada pelo Turismo de Portugal, a qual aposta na valorização do património cultural e natural do país e que prevê o investimento em novos negócios de âmbito local ou regional.
Milheiros - Avecasta
Alqueidão-Pias
Souto da Ereira
Paio Mendes
Frazoeira
Frazoeira
Cumes
Beco
Beco
Ferreira do Zêzere
Tratou-se, inicialmente, de uma residência particular junto ao adro da igreja paroquial de Ferreira do Zêzere. Composta por uma edificação do séc. XVIII, dentro de um recinto ajardinado, com um alpendre de colunas sobre uma estrada velha. No seu interior teria uma capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição com um retábulo do séc. XVIII de caixilharia doirada e espelho ladeando o trono. As imagens deste altar seriam em marfim, ao todo catorze, do séc. XVIII das quais se destacavam a imagem de Santa Teresa e um São Francisco de marfim e ébano. Existiria ainda um Cristo em marfim.
Este edifício histórico encontra-se atualmente transformado em Boutique Hotel, tendo a designação de Casa do Adro Hotel.
Pelourinho de Pias
Imóvel de Interesse público (Decreto n.º 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933)
(Link google maps https://goo.gl/maps/C7oW9GQkoEVtGbEPA )
Descrição
Estrutura em cantaria de calcário, composta por soco quadrangular de três degraus, com focinho saliente, onde assenta a base formada por plinto, escócia e toro, e fuste monolítico cilíndrico, liso. Remate em capitel de inspiração compósita com alto colarinho canelado (fonte: http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3388 )
Falta-lhe o remate, que era uma cabeça humana.
Época Construção
Séc. XVII
Utilização Inicial
Judicial: pelourinho
Cronologia
1146 - conquista da povoação aos muçulmanos e concessão da mesma à Ordem do Templo, que lhe outorgou foral; 1534, 25 Fevereiro - D. João III eleva-a a vila, separando-a do termo de Tomar, e concedendo foral; séc. XVII - provável construção do pelourinho; 1712 - é da Comarca de Tomar e comenda da Ordem de Cristo, sendo Comendador a Casa dos Távora; tem 750 vizinhos e 3 escrivães, juiz dos órfãos com o respetivo escrivão; 1758 - nas Memórias Paroquiais, é referido que a povoação tem 160 fogos.
(fonte: http://www.monumentos.gov.pt/site/app_pagesuser/SIPA.aspx?id=1968 )
Pelourinho de Águas Belas
Imóvel de Interesse Público (Decreto n.º 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933)
Localização do Pelourinho de Águas Belas - Google Maps
Descrição
Estrutura em cantaria de calcário, composta por soco de três degraus circulares, onde assenta a coluna de fuste liso, ostentando a cerca de 3/4 da sua altura, as armas dos Pereira(1)., formando uma cruz de Avis, encimado por coroa aberta. Remate em ábaco e tabuleiro, onde assenta um tronco cilíndrico, encimado por uma esfera. (fonte: http://www.monumentos.gov.pt/site/app_pagesuser/SIPA.aspx?id=1968 )
(1) De que foram descendentes os Pereiras Sodrés, Comendadores de Águas Belas. No pátio de uma casa próxima, ainda se veem os restos do solar destes fidalgos, e uma lápide que diz:
A OBRA DESTA TRUBUMA MANDOV FAZER DUARTE SODRÈ PEREIRE, 9º NETO HERDEIRO DE RODRIGO ALVARES PEREIRA, PRIMEIRO SENHOR QUE FOI DESTA VILA. ANO 1716.
Era, decerto, referência à igreja antiga.
Época Construção
Séc. XVI
Utilização Inicial
Judicial: pelourinho
Cronologia
1190 - D. Sancho I faz a doação da antiga povoação a Pedro Ferreira, fundador da vila de Ferreira do Zêzere; foi "Couto" e "Honra" desde o início da Monarquia; 1356, 06 Setembro - foi instituído em Morgadio na pessoa de D. Rodrigo Álvares Pereira, irmão de D. Nuno Álvares Pereira, por D. Pedro I, sendo o primeiro Senhor de Águas Belas; 1413 - D. Fernando confirma-lhe a doação de Águas Belas, Sousel, Vila Nova e Vila Ruiva; 1513, 03 Março - D. Manuel concedeu-lhe foral novo; tinha administração e justiças próprias; séc. 16, meados - por incapacidade de João Pereira, a Coroa pretendeu tomar o senhorio, mas D. Violante Pereira interpôs recurso, tendo ganho o seu filho, Duarte Sodré Pereira, considerando-se nulo o foral dado por D. Manuel I; 1712 - é da Comarca de Tomar; tem 180 vizinhos e 2 juízes ordinários, vereadores, procurador do concelho, escrivão da câmara; 1758, 15 Abril - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo prior, José da Mota Ribeiro, é referido que a povoação era do rei, pois já fora extinto o senhorio, apesar de o último donatário, Duarte Sodré Pereira, viver ainda no local; a povoação tem 3 vizinhos, mas teve, anteriormente, cerca de 30.
(fonte: http://www.monumentos.gov.pt/site/app_pagesuser/SIPA.aspx?id=1968 )
Águas Belas
Venda dos Tremoços
Tipo holandês e em funcionamento
Avecasta
Reconstruído em madeira no ano de 1995 – Tipo holandês Este moinho, juntamente com outras quatro bases que se encontram cobertas de terra, culminam o cimo de uma pequena elevação constituída essencialmente por calcário e onde se encontram grutas, entre elas, a de Avecasta. A vista panorâmica é interessante tanto para o lado do Alto Nabão como para norte, avistando-se os contrafortes das serras de Alvaiázere, Lousã, Alvéolos e Muradal.
Dornes
Ferreira do Zêzere
Águas Belas
Areias
Beco
Igreja Nova do Sobral
Paio Mendes
Pias
A Gruta da Avecasta assume um valor de raridade em termos de preservação paleoambiental, assumindo também grande interesse científico para o conhecimento das diversas comunidades humanas que usaram aquele local como habitat.
Lugar da Pombeira
Lugar de Carvalhais
Lugar do Cardal
Lugar da Pombeira
Lugar do Sobral
Lugar do Pé da Serra
Capela de S. Tomé
Portela de Vila Verde